MILESGO
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Transporte e infraestruturaS68

Monitoramento de equipamentos portuários

O problema

Guindastes, tomadas reefer e energia de cais são controlados por CLPs de vários fornecedores, e o terminal não compara disponibilidade nem energia ao longo do cais.

Visão geral da solução

Os gateways MILESGO coletam dados de CLPs de guindastes e equipamentos de movimentação, controladores de contêineres reefer (via interface de monitoramento do terminal), medidores de energia elétrica, CLPs via S7 / EtherNet/IP / Modbus TCP / PROFINET e os entregam a o SCADA, o sistema de gestão de energia, um historiador / banco de dados (MySQL, SQL Server, InfluxDB) como OPC UA / MQTT. Os equipamentos de campo mantêm seu protocolo e sua lógica de controle; a integração é feita por configuração e mapeamento de pontos, sem código sob medida.

Escopo típico

  • CLPs de guindastes e equipamentos de movimentação
  • controladores de contêineres reefer (via interface de monitoramento do terminal)
  • medidores de energia elétrica
  • CLPs

Caminho de protocolos

S7 / EtherNet/IP / Modbus TCP / PROFINET → OPC UA / MQTT

Checklist de implantação para o gerente de projeto

  • Não alterar programas de CLP validados; ler áreas de dados existentes ou mapear no gateway.
  • Se o equipamento só oferece API ou nuvem do fabricante, confirmar direitos de acesso, frequência de dados e custos antes do projeto.
  • Manter as redes OT segregadas e usar VPN no acesso remoto em vez de abrir portas para a internet.
  • Combinar com a operação as definições de KPI (componentes do OEE ou kWh por unidade) antes de montar os painéis.
  • Locais externos precisam de invólucro estanque e ventilado com proteção contra surtos; os gateways são de montagem em painel (operação de -20 °C a +70 °C).
  • Implantar em fases: piloto em um local ou área, validar a qualidade dos dados e depois replicar.

Entregáveis do projeto

  • Tabela de pontos e mapeamento de protocolos assinados
  • Arquivos de configuração dos gateways e backups
  • Plano de endereços IP e diagrama de rede
  • Registros de FAT e SAT
  • Documentação as-built e treinamento dos operadores

Arquitetura do sistema

Camada de campo: CLPs de guindastes e equipamentos de movimentação, controladores de contêineres reefer (via interface de monitoramento do terminal), medidores de energia elétrica, CLPs, conectados via S7 / EtherNet/IP / Modbus TCP / PROFINET. Camada edge e integração: gateways de protocolo e controladores edge MILESGO, em trilho DIN nos painéis existentes, fazendo polling de cada equipamento, registrando data e hora e armazenando localmente. Camada superior: o SCADA, o sistema de gestão de energia, um historiador / banco de dados (MySQL, SQL Server, InfluxDB), que recebe os dados como OPC UA / MQTT. O acesso remoto para manutenção é feito por VPN, sem abrir portas para a internet.

Composição do sistema

Equipamentos de campo
CLPs de guindastes e equipamentos de movimentação, controladores de contêineres reefer (via interface de monitoramento do terminal), medidores de energia elétrica, CLPs
Edge / integração
gateways de protocolo e controladores edge MILESGO
Sistemas superiores
o SCADA, o sistema de gestão de energia, um historiador / banco de dados (MySQL, SQL Server, InfluxDB) (OPC UA / MQTT)
Ferramentas e comissionamento
Configuração web, importação/exportação da tabela de pontos (Excel), simulação fora do local e ferramentas de diagnóstico em campo

Recursos de software e IA

  • Indicadores de manutenção preditiva a partir de tendênciasNo roadmap
  • Linha de base de consumo e alertas de desvioNo roadmap

Etapas de implantação

  1. 1

    Levantamento e lista de pontos

    Inventariar equipamentos, protocolos, mapas de registradores, espaço em painel, alimentação e caminhos de rede.

  2. 2

    Projeto e aprovação da tabela de pontos

    Mapear cada ponto para o protocolo e o sistema de destino; aprovar com o cliente e o integrador do sistema superior.

  3. 3

    Configuração e FAT

    Montar a configuração fora do local, simular e testar contra a tabela aprovada.

  4. 4

    Instalação e cabeamento

    Montar os gateways em trilho DIN, cabear RS-485 / E/S / Ethernet e aplicar o plano IP.

  5. 5

    SAT e testes de alarmes

    Comparar valores com as leituras locais e testar cada alarme e comando de ponta a ponta.

  6. 6

    Entrega e suporte

    Entregar backups, tabela de pontos e documentação as-built; treinar os operadores.

Valor para o cliente

  • Uma única visão de todos os subsistemas em vez de consoles separados
  • Consumo visível por área, sistema e período
  • Monitoramento adicionado sem alterar os programas de controle existentes
  • Dados de tendência confiáveis para otimização e diagnóstico

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